O Esquilo e o Passarinho são os melhores amigos, mas muito diferentes um do outro. Um dia, decidem preparar um concerto para toda a floresta. E, para espanto de quem pensava que os conhecia bem, eles revelam outro lado de si até aí escondido. E não há mal nenhum nisso. Ninguém é sempre igual, nem reage sempre da mesma maneira ao que acontece à sua volta.
Às vezes até podemos parecer contraditórios. E não é por isso que deixamos de gostar uns dos outros.
Um livro que celebra a riqueza e multiplicidade de características que nos definem e lembra como os rótulos podem ser errados e injustos.
De forma leve, toca em questões importantes – identidade, liberdade de expressão, autoestima e o perigo dos rótulos – sem moralismos.


