Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos?
Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes – literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.



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