Quem não está disposto a enfrentar os seus medos estará preparado para ser feliz?
Estamos a atravessar uma crise de meia-identidade. Vivemos pela metade. Mostramo-nos ao mundo, mas escondemo-nos de nós próprios. Vamos adiando a vida até ao dia em que já não a podemos adiar mais. E, sem querer, corremos o maior de todos os riscos: não arriscar. Se mudar custa, quanto custará não mudar? Porque não nos sentimos merecedores daquilo de que precisamos? Quantas vezes confundimos segurança com estagnação? Quem é que nos impede de tentar: o mundo ou nós próprios?
A distância que separa quem somos de quem nos esforçamos para ser pode parecer gigantesca. Ainda assim, ninguém melhor do que nós para dar o salto e descobrir que, afinal, sempre estivemos à nossa altura.


